Hipnose na prática: um guia com tudo o que você precisa saber
June 29, 2018

Não é mágica, truque, bruxaria e tampouco coisa de outro mundo. A hipnose nada mais é do que ter o controle da própria mente. E acredite, nossa mente é poderosíssima! Se todos soubessem usá-la a seu favor, certamente não existiriam tantas doenças, traumas e fobias.

Quer saber como a hipnose funciona e de que forma ela pode ajudar você? Então, confira o guia que preparamos com tudo o que é preciso saber sobre o assunto. Boa leitura!

  1. Hipnose: o que é?

Não, não se trata de um milagre, mas sim de uma técnica que ajuda as pessoas a usar o poder da mente. Se utilizada da maneira certa, ela é capaz de muitas coisas. Mas antes de contar o que a hipnose pode fazer, vamos começar explicando seu conceito.

A hipnose é um método terapêutico, ou seja, um tratamento reconhecido pelos Conselhos Federais de Medicina, Odontologia, Psiquiatria, Fisioterapia e Terapia Ocupacional. É um fenômeno neurológico capaz de alterar o estado normal das pessoas.

Falando assim, chega até a assustar um pouco, não é? Mas certamente você já se hipnotizou e nem sabe. Não acredita? O transe é um estado natural do corpo. Sabe quando estamos totalmente concentrados, pensando em algo tão específico que até esquecemos do que acabamos de fazer? É como se fosse uma forma — mais fraca, é claro — de hipnose.

Pense assim: sempre que estiver envolvido verdadeiramente com algo, a ponto de esquecer o que está à sua volta, você estará em um estado de transe. É como se você focasse em uma só coisa e se desligasse do resto. Faz parte do funcionamento natural do corpo.

O extraordinário disso tudo é que, durante o estado de transe, o paciente consegue acessar a própria força interna. Por isso a mente é tão poderosa e capaz de promover mudanças positivas e significativas.

Tanto faz se o hipnoterapeuta usa um objeto, se utiliza apenas o comando da voz ou então uma música suave. A lógica é sempre a mesma: fazer com que a pessoa relaxe e se concentre.

1.1 Como e quando surgiu?

A Hipnose é tão antiga quanto a humanidade. Diversos autores relatam práticas hipnóticas em tempos e povos antigos, como gregos, egípcios, tupis, etc.

A história, digamos, moderna da hipnose começou em 1776, com a tese de doutorado do médico alemão Franz Anton Mesmer. Na época, ele defendia a ideia de que a atração gravitacional entre a Terra e outros corpos celestes poderia afetar a saúde dos seres humanos.

Logo depois, ele começou a aplicar técnicas semelhantes às da hipnose moderna em pacientes. O médico dizia que o corpo humano era composto por fluidos magnéticos, e que quando esses fluidos entravam em desequilíbrio, poderiam causar diversos problemas — por isso, deveriam ser corrigidos.

O médico chegou a fazer sucesso com sua clínica em Paris, na França. Porém, anos mais tarde foi chamado de charlatão por outros cientistas. Suas técnicas foram proibidas e viraram sinônimo de feitiçaria e motivo de chacota.

Mesmer foi um visionário e cientista além de seu tempo: renomados físicos atuais afirmam que a Teoria física proposta por Mesmer era inadequada para sua época, pois está mais adequada às teorias atuais da física quântica.

Só que nem todos duvidaram do método. Em 1843, o médico escocês James Braid deu continuidade aos estudos, porém, com uma abordagem mais aceita pela comunidade científica da época. Foi ele quem batizou a técnica com o nome pelo qual é conhecida atualmente, hipnose — que vem de Hypnos, deus grego do sono.

Também por isso, até os dias de hoje, muitas pessoas fazem confusão entre o transe e o sono profundo. Inclusive, ao se dar conta de que são dois estados completamente diferentes, Braid até tentou alterar o nome, mas já era tarde. O termo já era bastante usado no meio científico e popular.

A partir daí, diversos outros pesquisadores começaram a estudar o assunto, como o francês Jean-Martin Charcot, considerado o pai da neurologia, e o médico fisiologista russo Ivan Pavlov, conhecido principalmente por sua pesquisas sobre condicionamento reflexo ou respondente.

  1. A hipnose realmente funciona?

A segunda metade do século XX foi relevante para o reconhecimento e aceitação da hipnose no meio acadêmico e científico. Em 1997, o psiquiatra americano Henry Szechtman realizou um teste com um grupo de pessoas. Ele chegou à conclusão de que a hipnose realmente existe. Segundo o psiquiatra, ela é muita mais forte do que a imaginação, ou seja, uma simulação perfeita da realidade.

A hipnose foi contestada durante muito tempo e ainda hoje é vista com um certo receio. Apesar disso, existem pesquisas e estudos atuais que podem comprovar a eficácia do método. Sabe-se, por exemplo, que ela é uma importante ferramenta na diminuição da dor, assim como no tratamento de problemas psiquiátricos.

Porém, estudos mais antigos, como os realizados pelo psicólogo americano Alfred Barrios em 1970, revelaram dados surpreendentes. Ele comparou a efetividade terapêutica da hipnoterapia com a de outras duas modalidades: a psicanálise e a terapia comportamental.

Os resultados são basicamente estes:

  • enquanto na psicanálise foi possível atingir uma taxa de recuperação de 38% em uma média de 600 sessões; com a terapia comportamental a taxa média de sucesso no tratamento foi de 72%, em 22 sessões; com a hipnoterapia o índice de recuperação chegou a 93% em apenas 6 sessões;
  • levando em consideração o tempo de cada tratamento, a psicanálise demandou em média onze anos e meio e a terapia comportamental cerca de seis meses. Por outro lado, o tratamento médio com a hipnoterapia foi de apenas um mês e meio.

Com o objetivo de dar mais credibilidade a essa técnica, nos últimos anos também foram criadas associações e sociedades nacionais e internacionais de hipnose.

2.1 Todas as pessoas podem ser hipnotizadas?

Algumas pessoas podem ser hipnotizadas com mais facilidade do que outras, porém, todas têm a possibilidade de experimentar. Segundo alguns especialistas, é sempre importante o indivíduo querer, pois é ele que estará no comando.

Porém, acredita-se que algumas pessoas são mais resistentes à hipnose. Pode acontecer de, por mais que o hipnoterapeuta tente, não consiga fazer um paciente entrar no estado de transe. Por exemplo, algumas pessoas têm mais dificuldade por não gostarem da sensação de serem controladas.

Diante dessa situação, psiquiatras e psicólogos começaram a estudar o método de Erickson. O objetivo era encontrar soluções para essa questão. Milton Erickson, psiquiatra americano, foi considerado uma das autoridades mundiais nas técnicas de hipnose aplicadas à psicoterapia.

Basicamente, ele criou uma maneira de aplicar a hipnose de forma adaptada à personalidade de cada pessoa. Erickson é considerado pela maioria dos hipnoterapeutas como o Pai da Hipnose Moderna.

Na metodologia Ericksoniana, o profissional busca conhecer a linguagem do paciente e sintonizar-se com ela. É uma forma mais personalizada de aplicar as técnicas. Em outras palavras, o hipnoterapeuta coloca o paciente em contato consigo mesmo, por meio de estratégias específicas, definidas de acordo com a sua personalidade.

Por exemplo, Erickson defendia que alguém com fobia de locais fechados poderia não gostar da sugestão de se imaginar entrando em um elevador. Com isso, a pessoa poderia se desconcentrar e sair do transe.

Assim, em suas consultas, o psiquiatra procurava não entrar em atrito com as crenças e opiniões do paciente. Ele se preocupava em dar opções, de forma que a pessoa tinha liberdade de escolher o tipo de experiência que a levaria ao transe. Segundo Erickson, o paciente é o principal responsável pela própria recuperação.

A metodologia trabalha com a ideia de que cada pessoa já tem tudo o que necessita para sua recuperação. O profissional só precisa ensiná-la a utilizar essas ferramentas corretamente. Dessa forma, para que consiga aplicar a metodologia, o hipnoterapeuta precisa estar atento às pistas, por meio das reações não verbais dos pacientes.

2.2 Mito ou verdade?

Durante muito tempo — e até hoje —, a hipnose foi assunto de programas de comédia e shows de entretenimento. Quem nunca viu? Geralmente, a cena é de uma pessoa hipnotizada sendo exposta a situações constrangedoras, ou ainda sendo levada a realizar tarefas contra sua vontade, como imitar um animal.

Porém, na terapia, não é assim que funciona. Há muitos mitos quando o assunto é hipnose. Saiba o que realmente é verdade e mentira sobre a hipnose:

  • hipnose e meditação não são sinônimos. Apesar de as duas técnicas alterarem o estado de consciência de uma pessoa, os objetivos são diferentes.
  • transe não é o mesmo que sono profundo. No transe, a pessoa fica extremamente concentrada em algo específico, mas não está dormindo. Nesse estado, o paciente é capaz de conduzir seus pensamentos e pode lembrar-se de tudo que ouviu e falou. Já durante o sono, o paciente não tem controle sobre seus pensamentos e nem sempre se lembra do que sonhou;
  • não é possível ficar preso no transe, isso é mito. Transe é um estado de concentração profundo. Se o paciente quiser abrir os olhos e falar, na maioria das vezes o conseguirá tranquilamente;
  • durante a hipnose, o paciente geralmente não fica inconsciente. A hipnose é um estado de consciência alterada, e não de inconsciência. Ou seja, uma espécie de atenção focada;
  • o hipnoterapeuta não tem poderes especiais. Ele é uma espécie de facilitador, ou então mediador. É um conhecedor de técnicas específicas que podem ajudar o paciente a entrar em um estado de concentração propício às mudanças que quer e/ou precisa fazer em sua vida;
  • o hipnoterapeuta não pode controlar a mente do paciente. Durante o transe, ele o ajudará, por exemplo, a ressignificar uma experiência vivida na infância que pode ter ocasionado um trauma ou uma fobia. O especialista apenas prestará auxílio, jamais controlará a mente do paciente;
  • durante a hipnose não é possível apagar memórias. Pelo contrário, o paciente terá a oportunidade de recordar momentos que já estavam esquecidos. Essas lembranças são chamadas de hipermnésia.

2.3 Quer saber um pouco mais sobre a hipnose?

Agora que você já aprendeu sobre o conceito da hipnose, confira algumas curiosidades sobre ela:

  • nos Estados Unidos, a hipnose é regulamentada há mais de 30 anos, principalmente por causa de Milton Erickson (o psiquiatra americano que criou um método personalizado para aplicar a técnica);
  • historiadores afirmam que a hipnose é aplicada há centenas de anos na África e na Austrália, e há ainda registros de que a técnica também já era usada há muitos séculos no Egito Antigo;
  • o cirurgião James Esdaile, que viveu entre os anos 1808 e 1868, substituiu o uso da anestesia pela hipnose em mais de 3 mil cirurgias;
  • o famoso neurologista Sigmund Freud – criador da Psicanálise – chegou a usar a hipnose no início de sua carreira. Porém, logo depois abandonou-a por considerá-la ineficaz. Mais adiante o próprio Freud voltou a admitir o uso da hipnose.
  • auto-hipnose é o termo usado quando uma pessoa consegue aplicar a hipnose em si mesma;
  • hipnoterapeuta é o nome correto do profissional que aplica a hipnose com objetivos terapêuticos;
  • inicialmente, diversos rituais foram usados para se chegar a estados de transe, como cantos, batidas de tambores e mantras;
  • a hipnose é um estado da mente que pode acontecer de forma natural, como ao ler um livro; ou ao ser induzida, como em tratamentos terapêuticos;
  • a hipnose depende muito mais do paciente do que do hipnotizador;
  1. Quais são os benefícios da hipnose?

Na época da Segunda Guerra Mundial, na falta de anestesia, alguns médicos usavam a hipnose para realizar procedimentos e até cirurgias nos pacientes. Nesse caso, a técnica funciona como um bloqueio da dor. Tanto que, recentemente, ela começou a ser usada como complemento ao tratamento de pacientes com câncer.

Segundo os médicos, por meio da hipnose é possível acionar a produção de substâncias no corpo que têm uma ação analgésica. Dessa forma, os pacientes conseguem enfrentar melhor as sessões de quimioterapia e os fortes medicamentos usados para combater a doença.

Os benefícios da hipnose são inúmeros e vão desde tratar simples medos, como de escuro e de trovão, até problemas mais complexos, como ansiedade e até depressão.

Saiba o que mais pode ser tratado com a hipnose:

  • síndrome do pânico;
  • fobias;
  • dermatites;
  • alcoolismo;
  • tabagismo;
  • estresse;
  • rinite alérgica;
  • obesidade;
  • transtorno obsessivo compulsivo;
  • síndrome do intestino irritável;
  • insônia;
  • distúrbios sexuais;
  • distúrbios alimentares;
  • bloqueios na aprendizagem;
  • melhora do desempenho profissional;
  • transtornos sexuais masculinos e femininos;
  • melhora do foco e desempenho esportivo;

Esses são só alguns exemplos do que pode ser trabalhado durante as sessões de hipnoterapia. Quer saber mais? A hipnose também pode ajudar a aumentar a resistência. Existem casos de atletas que chegaram a disputar provas hipnotizados, para competir melhor.

Aliás, como aliada no desempenho profissional, ela é capaz ainda de aumentar a motivação, melhorar a autoestima e promover o autoconhecimento.

  1. Como a hipnose pode ser usada para tratar doenças?

Durante uma sessão de hipnoterapia, a atenção do paciente está focada. Ele consegue se conectar com o subconsciente, e é nesse momento que é possível superar traumas, fobias e até mesmo doenças.

Por exemplo, no tratamento para ansiedade, as chances de descobrir suas causas usando a hipnose são muito maiores.

O mesmo pode ser feito com diversos tipos de traumas. Grande parte deles é causada por acidentes, violência sexual, abortos, fim de relacionamentos e perda de pessoas próximas. Nesse caso, o hipnoterapeuta ajuda o paciente a acessar a memória traumática.

O objetivo é fazê-lo relaxar, mas mantendo a mente ativa. Dessa forma, é possível processar certas informações e promover a ressignificação daquele trauma. Tudo é feito de forma gradual, até o momento da recuperação clínica do paciente.

  1. Como a hipnoterapia funciona no tratamento da depressão?

A depressão é uma doença psíquica. Ela pode surgir em qualquer fase da vida, da infância à velhice. Entre outros fenômenos, pode acontecer um desequilíbrio químico no cérebro, que começa a produzir os neurotransmissores responsáveis pela felicidade em uma quantidade insuficiente.

O resultado disso são sintomas físicos e mentais que variam de acordo com cada caso. O paciente pode começar a se sentir profundamente triste e sem ânimo. Ele perde a energia e o interesse pelas atividades do dia-a-dia.

Além disso, é comum sentir dores de cabeça, falta de sono, cansaço, falta ou excesso de apetite e tensões nos ombros e nuca.

Existem diversos tipos e subtipos de depressão, mas na maioria dos casos os sintomas são muito semelhantes. O comportamento muda, a pessoa busca o isolamento e até podem surgir pensamentos suicidas.

Entre as principais causas da depressão, estão:

  • fatores genéticos;
  • uso excessivo de álcool e outras drogas;
  • doenças como autoimunes e doenças crônicas e geral;
  • eventos traumáticos;
  • estresse;
  • situações de luto;
  • mudanças radicais de vida;

Dificilmente um paciente consegue se recuperar sozinho, sem a ajuda de um profissional. E como a doença compromete a vida social e profissional, o tratamento deve ser iniciado o quanto antes. Mesmo que haja a necessidade de medicamentos, a hipnose pode ser realizada conjuntamente e atuar como uma forte aliada.

No caso da depressão, assim como no tratamento de fobias e traumas, o hipnoterapeuta muitas vezes busca a origem, o que desencadeou a doença. Assim que é descoberta, os esforços se voltam para a superação do trauma.

O paciente, por meio do transe, consegue reviver esses momentos de nova perspectiva. Ao ressignificar os eventos traumáticos e aprender a superar o problema, a química cerebral começa a se regular e os hormônios tendem a voltar ao normal.

Com a hipnose, o paciente ainda descobre uma capacidade natural de recuperação do seu próprio corpo. Incentivado a valorizar o lado positivo, ele passa a mudar a forma como encara a vida.

Trabalha-se o seu autoconceito, a autoestima e o autoconhecimento, e o indivíduo aprende a controlar os próprios sentimentos. Com isso, ele tem mais chances de se recuperar da depressão e também ser capaz de agir de forma diferente diante das situações futuras e que antes eram um problema.

  1. Quem pode aplicar a hipnose?

No Brasil, ainda não há uma legislação específica para a hipnose e hipnoterapia. Alguns Conselhos Federais de profissões relacionadas à Saúde já fizeram a regulamentação para uso por seus profissionais, como: Psicologia, Medicina, Odontologia e Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Recentemente, o Conselho Federal de Enfermagem tem-se mostrado propenso à regulamentação para sua categoria.

Porém, em todos os casos, é recomendável que o profissional possua cursos de capacitação na área. Só dessa forma a terapia por meio da hipnose pode ser realizada com segurança e de forma realmente eficaz.

Em caso de dúvida, basta seguir estas dicas para se certificar de que a clínica ou o profissional realmente é sério e competente.

  • faça pesquisas sobre a clínica ou profissional. Pode ser na internet mesmo. Busque saber se ele tem formação ou participou de cursos de especialização na área;
  • tente conhecer outros pacientes e converse sobre resultados;
  • agende uma consulta de avaliação e aproveite para tirar todas as suas dúvidas.
  1. Faça o teste!

Por fim, se a curiosidade é grande, que tal tentar você mesmo? O passo-a-passo para se hipnotizar é simples, porém, é preciso buscar um local bem silencioso e tranquilo.

Pare e descanse
Você pode deixar o ambiente silencioso ou então colocar fones para ouvir uma música bem suave. Acomode-se em uma poltrona confortável e estique as pernas e os braços.

Use a imaginação
Imagine-se em um local tranquilo. Pode ser na praia, em frente a um lago ou no campo. Observe o movimento das ondas ou o vento mexendo os galhos das árvores. Atente-se aos detalhes.

Relaxe cada parte do corpo
Preste atenção em cada membro. Um de cada vez, até que você consiga sentir as pernas e os braços completamente dormentes.

Mentalize
Normalmente, nesse estágio você já estará com a respiração mais lenta e em um estado de relaxamento mais profundo. Se você conseguiu, ótimo! Basta começar a mentalizar, ou seja, concentrar sua mente na solução do seu problema, como parar de fumar, por exemplo. Basta fazer isso por alguns minutos.

Ao despertar, você sentirá a mesma sensação de quando está acordando. Se não der certo, não se sinta frustrado. Algumas pessoas só conseguem entrar em um estado de concentração profunda com o auxílio de um hipnoterapeuta.

Fonte: Sociedade InterAmericana de Hipnose

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