Entenda como a hipnoterapia pode tratar medos e fobias

Você certamente tem medo de alguma coisa, seja de barata, andar de avião, do escuro. Todos nós temos esse sentimento, que em muitas situações é saudável e faz parte da história da humanidade.

Entretanto, quando o medo passa da normalidade e atrapalha a vida, ele é considerado uma fobia. O medo irracional pode causar enorme sofrimento e prejuízos na vida social e até profissional. Pense em um gerente de marketing, por exemplo, que tenha medo de falar em público? Ou em um executivo que precisa viajar muito a trabalho e tem medo de pegar um avião?

Ao sentirmos medo, há uma série de reações no organismo, como aumento da frequência cardíaca, ansiedade, suor frio nas mãos e tontura, por exemplo. A fobia pode estar relacionada a animais, objetos, situações ou até pessoas.

Estudos mostram que a maior parte das fobias é desenvolvida na infância e fortemente influenciada pelo comportamento dos pais, ou seja, pais medrosos, filhos medrosos. Segundo estimativas, filhos de pais fóbicos têm 15% de chance de ter esse comportamento na vida adulta (1). Entretanto, a fobia também pode se desenvolver depois de algum evento traumático ou situações estressantes, como um acidente de carro, um assalto, uma queda, etc.

De acordo com a Associação Americana de Psiquiatria, 25% da população mundial está sujeita a sofrer, pelo menos uma vez na vida, um súbito ataque de pânico provocado por uma fobia específica. As fobias mais prevalentes são a específica, a social e a agorafobia.

A fobia específica é aquela que acontece quando a pessoa é exposta a um determinado animal, objeto ou situação. Aqui podemos citar medo de barata, cachorro, elevador, espelhos, palhaços, etc.

A fobia social é uma das mais prevalentes e graves e é caracterizada pelo medo de se expor em público. Podemos citar como exemplo fazer uma apresentação, falar em um microfone, etc.

A agorafobia tem como principal característica a ansiedade que se agrava quando a pessoa se encontra em locais ou situações que, teoricamente, seja difícil sair. Nestes casos, apenas pensar em viver uma situação já pode desencadear os sintomas. Um exemplo é o medo de ir ao cinema, por ser um local que pode ser difícil de escapar em caso de um incêndio.

A hipnoterapia tem se mostrado muito eficaz como um procedimento complementar para as fobias. Por meio da técnica, é possível identificar a causa da fobia e por meio da dissociação tratar o problema. A vantagem é que o tempo, pois em apenas algumas sessões o cliente pode se livrar da fobia e ter mais qualidade de vida, sem os prejuízos que o medo pode causar. A hipnoterapia, na maioria dos casos, tem resultados eficazes e progressivos, não é invasivo, é 100% seguro e livre do uso de medicamentos.

Quem é o hipnoterapeuta?

Não é médico ou psicólogo – é um terapeuta complementar que utiliza da hipnose para ajudar o cliente em problemas emocionais trazidos por ele. Não pode dar diagnóstico nem mesmo tratar de doenças mentais.

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